Passaram por aqui ... ;*

segunda-feira, novembro 16, 2015

Seja melhor, não espere por ninguém e siga seu caminho em paz :)

 Você vai suspirar. O ar vai ser comprimido em seu corpo pois duvidar do que sentem por nós doe demais... você vai querer entender o porquê ser bom é ruim (?) Vai se perguntar, o que são as verdades? O que são as mentiras? O que você merece na realidade? O que fazer agora?
 Você vai deixar de dormir.
 Você vai querer sumir.
 Vai respirar um pouquinho, cada vez mais fundo e vai sorrir por dentro depois de certo tempo.
 Vai lembrar que o problema não é seu. Vai reafirmar que seguiu pelo caminho certo. Vai ter a certeza de que fez o que tinha que ser feito e cada um toma para si só as bênçãos que podem carregar.
 Seja bênção.
 Seja inteiro.
 Esteja certo de quem você escolheu ser. E os outros que se preocupem com as decisões que tomam para suas próprias vidas
 E não, ser bom não é ruim!! Ruim é quem enxerga a sua bondade como algo a ser negociado, algo ser questionado, posto a prova, duvidoso... É maravilhoso saber que pessoas nessa altura da vida querem ser um brilho na vida das outras, querem ser o alento, o colo, querem ser o descanso das dores de corações cansados, querem ser só amor e piadinha babaca para descontrair! Sejam sim boas pessoas, estejam maravilhosamente dispostos a perdoar (o perdoável), somente doe a quem se dispõe a tomar esse tipo de bênção para vida. Seja luz pro caminho de quem está disposto a caminhar.
 Seja leve.
 Continue a ser... respire... e continue!





Por: Bianca Reis, que tem decidido ser feliz sozinha, ser unica e honrar o significado do seu nome. Bianca decidiu ser luz :) E se eu disse que "você vai", talvez, você vá mesmo, acredite! rs'

segunda-feira, setembro 21, 2015

The time of pain over

(imagem da internet)
 Há um ano senti uma dor forte, algo que me sufocou, tirou a minha voz, me fez soluçar como se eu estivesse perdendo os meus sentidos, a minha consciência...
 Há um ano, onde disse as palavras mais duras de uma forma que nunca achei que seria madura para dizer, eu tinha acabado de pontuar uma historia de um jeito que eu nunca havia imaginado, eu não queria um final, não naquele momento. Fui forçada a escrever. Estava cansada demais. Forçada a sentir alguma coisa mais forte por mim mesma. A última oportunidade havia sido desperdiçada e eu finalmente abri os olhos para aquilo tudo. Há quem diga que eu não precise ou deva lembrar, mas eu não posso. Há um ano que eu decidi coisas importantes, decidi sentir toda aquela dor da expectativa me consumir de uma só vez. Eu sangrei. E mesmo hoje rindo de tudo sei o quanto doeu, não vou me esquecer nunca.
 Eu escolhi um dia apenas para sentir tudo. 24 HORAS, para paralisar a minha alma, para lavar o meu coração. Era um mês de setembro em um sábado ou domingo- não sei ao certo- me lembro de entrar no quarto e rever tudo, cada palavra. Eu havia dado todas as oportunidade de ouvir qualquer verdade que merecia ter sido dita a mim naquele momento. Não existia nada, nenhuma tentativa de tentar amenizar o que eu sentiria, só mentiras. Uma chuva delas. Liguei para uma amiga para conversar sobre qualquer outra coisa (sobre aquela historia), no segundo toque da chamada eu já tinha desmoronado, eu não precisava da opinião de ninguém, eu já sabia da verdade e a verdade já sabia de mim. Eu tentei explicar, mas não tinham palavras a serem ditas, fui acalentada o quanto pude, fingi que tinha me acalmado e agradeci imensamente. Desliguei o celular e voltei a deitar, senti o meu coração gelado, acelerado, descompassado, a minha cabeça doía como nunca e eu chorava como uma criança perdida, eu já não tinha ar, já não tinha voz e achei (só achismo mesmo) que não tinha chão...  Por quase 40 minutos eu sofri essa guerra.
 Depois disso tudo, me sentei no chão do quarto e fiz uma oração, pedi pelo meu coração (Deus como sempre, me ouviu). A partir daquele instante me prometi algumas coisas:
"-Não preciso chorar mais... Fiz o melhor que pude; tentei ser o melhor que sou... Não fui tratada com justiça... ... ... Acabou"
 Desde então tenho sido quem sempre fui, retribuindo com ênfase tudo que recebo, lembrando o tamanho do meu coração, mas certa da imensidão que é a minha razão. Aprendi na raça, no choro, na dor o que merecia/mereço.
Hoje não aceito menos do que sei que posso receber. É como dizem por ai "Algumas pessoas tem preço, outras VALORES".
 Hoje, um ano depois, senti que passou, compreendi a missão, aceitei que cada um é o que consegue, mas nem sempre o máximo do próximo é o que de fato merecemos.
 24 horas da minha ultima lembrança. 24 horas relembrando cada minuto daqueles dias de Setembro.  1 ano e mais 24 horas para entender o processo de uma historia de mais de 700 dias.
Uma vida inteira para viver momentos melhores daquele setembro até agora, de agora ao infinito, perdoando quem me magoou, perdoando a mim mesma pelas atitudes, feliz por mim.
Que setembro passe. Que a fortaleza permaneça. Que meu coração seja doce mesmo depois de cada ano... e mais doce a cada 24 horas.



- Por: Bianca Reis, que acredita que tudo é questão de decisão, tudo na vida passa, inclusive, a uva (piada infame rs') :) 




quinta-feira, julho 23, 2015

"?!"

Eu estou com uma mania de usar interrogação e exclamação juntas [?!] o tempo inteiro. É tipo quando a gente sabe  exatamente o que diz, mas precisamos dar uma amplitude para quem nos ouve.
É o mal do século.
Dificuldade de INTERPRETAÇÃO. A gente ouve e entende a nossa maneira, mas será que o que ouvimos é o que realmente foi dito? E essa é a minha conversação diária pessoal. O meu aprendizado pessoal que ja dura alguns anos e que eu pretendo perpetuar aos meus porque o mundo está pobre de compreensão. Pobre de atenção. O mundo está pobre de pessoas que escutem e rico de gente que ouve demais. Pobre de pessoas que dialogam e rico de gente que fala em excesso. As pessoas estão adoecendo, mas jamais esquecem de anunciar a doença do outro. As pessoas estão doentes. Doentes de si! (Dessa vez sem interrogação pq estou convencida do que digo)

quarta-feira, abril 29, 2015

Qualquer lugar é lugar para lembrar.

Eu estava lá, sentada no chão frio daquele quarto, cheio de móveis espalhados ao meu redor. Depois de 30 minutos, sentada no mesmo lugar fui perdendo a imagens daquelas peças que me rodeavam enquanto eu passava o tempo olhando o celular até que, encontrei alguém que dizia algo sobre: "a doença de não saber amar" e o quarto foi tomado por uma áurea de dor inexplicável, cada parte do meu corpo amou aquela pessoa um dia e a ver confessar tão serenamente nunca ter amado partiu meu coração (mais uma vez). 
Como assim, perdi tanto tempo doando algo a alguém que mal conseguia dimensionar o que tinha nas mãos(?!). O meu coração disparou naquele momento e sagrou o pouco do amor que ainda tinha. 
Eu estava lá, sentada no espaço branco, colocando peças no que eu já nem me lembrava mais. Sentindo uma dorzinha por algo que já tinha decidido esquecer. Lembrando de cada conselho e noite perdida, escutando e apoiando aquele rapaz, ele me parecia tão frágil e eu deixei meu coração cultivar por ele o melhor remédio de todos. Modéstia parte, eu mostrei aquele moço do que o amor de verdade é capaz, que o amor vai além. Dediquei-me a aprender toda forma de amor para fazer alguém feliz (eu nunca tinha "amado" antes). O que eu não sabia é que o meu amor de nada havia valido. 
Aqui estou eu, não mais sentada naquele quarto, não mais rodeada por móveis ou lembranças, mas certa de que fiz o que pude, certa de que me permiti ser o que qualquer outra pessoa jamais será (isso soara como egoísmo ou despretensão, mas não é).  Aquilo tudo se desfez com aquela ultima gotinha de amor que caiu no chão daquele quarto e em todas as outras lágrimas que caíram naquela noite, enquanto me prometia nunca mais olhar para trás, tudo isso por alguém que tranquilamente declara: Não saber amar. 












P.S.: O texto realmente foi escrito no chão de um quarto branco e terminou em uma sala fria, da faculdade. Acabei de ganhar 10 minutos de atraso da próxima aula. 
P.S.2: Não me arrependo :)     

Por: Bianca Reis, que decidiu declarar seu amor sempre que ele existir.

quarta-feira, abril 15, 2015

RECOMECEMOS ENTÃO!

Nunca sabemos de fato como é recomeçar até que realmente recomeçamos. É estranho sentir aquilo que prometemos fielmente a nosso coração que jamais sentiríamos outra vez. Enxergamos verdade no que fazemos, confiamos no que escolhemos. Nós quando recomeçamos nos permitimos, permitimos que o nosso coração sinta o que de fato é preciso sentir, sem magoas nem rancores: só sentimos. O que passou deixa de importar o que doeu deixa de fazer sentido, simplesmente já não há mais espaço para o que passou o presente é mais forte, mais sincero e verdadeiro.

Fiz alguns testes nos últimos dias, testei não apontar antes de analisar, só ouvi e compreendi. Foi impossível não criar as minhas versões sobre o que ouvi (eu sou uma criadora intensa demais para não imaginar as coisas do meu jeito rs'), mas ainda assim decidi acredita no que me foi dito. Acreditei.
Sinceramente? Gostei de acreditar. Gostei de aceitar as pessoas e seus erros e perceber que eu posso errar também, e melhor, errar e ser aceita. Gostei de me permitir. E vou continuar gostando de quem tenho me permitido ser.

Honestamente? Pouco sei sobre o que acontecerá e até tenho minhas dúvidas se dará certo quanto aos recomeços que decidi viver, mas tenho aceitado. Tenho visto que todos merecemos credibilidade. Espero não me arrepender das decisões, não estar pisando em falso, recomeçando aquele mesmo 'começo' de sempre, mas é o risco que se deve correr, concorda? Mesmo sabendo disso ainda apertarei os olhos e repetirei algumas vezes "Talvez seja dessa vez... e se não for, que seja doce". Não custa acreditar, aprendi que sai ainda mais caro não apostar. Apostarei, então. Silenciosamente apostarei.


Por: Bianca Reis, que recomeça sempre que pode e se sente no direito de dar o rumo (e final) para toda e qualquer historia que ela venha a escutar.
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domingo, fevereiro 22, 2015

Sobre: Escolhas!

 Precisamos acreditar em nossas escolhas!! Sim é isso mesmo, acreditar no que escolhemos.
 Eu escolhi os domingos para escrever, escolhi Engenharia Civil para ser o rumo da minha vida, escolhi que cantar é meu talento oculto, escolhi meus amigos e escolhi acreditar nas minhas escolhas.
 Tudo que decidimos pode dar certo ou errado são dois resultados alternados que nos levam para frente ou nos deixa estabilizados onde estamos.
 Eu vi alguém escolher o(a) novo(a) namorado(a), por exemplo, e basear seu novo relacionamento de acordo com o seu anterior, eu vi essa pessoa fazer da escolha um  jogo de vantagens, eu vi também (porque sou especialista em ver com o coração já que, com os olhos mesmo sou míope e hipermetrópica) a infelicidade tomar conta dessa pessoa, eu vi que ele(a) não decidiu namorar uma nova pessoa, ele(a) apenas não foi/está sendo capaz de conviver com o fato de ter escolhido: "Por que eu decidi ter um novo relacionamento? Por que nessa hora? Por que eu escolhi? Eu estava tão confortável..."
 Você estava e precisou deixar de estar. O nosso coração não se instabiliza meus amores, o nosso coração pulsa, forte, arrítmico, descontrolado, descompassado e as nossas escolhas, mudanças, renovações é que fazem do nosso coração e vida algo interessante. Você escolheu sua nova namorada e um relacionamento menos piegas, porque a sua alma precisam dessa escolha. Já você, escolheu estudar artes cênicas porque é muito melhor atuando do que em biologia. Você escolheu trair porque... porque é babaca mesmo. Eu escolhi crescer, para frente, para cima as vezes para os lados (sou pouco fitness, confesso) e,  simplesmente, tenho crescido. Acertando, errando e, principalmente, ESCOLHENDO e escolhendo de novo, e querendo mais, as vezes voltando atrás porque escolher e "desescolher", também, é escolha, apostando nas minhas decisões, acreditando nas minhas orações, respirando fundo, gritando por dentro, chorando, sofrendo, sorrindo, saindo... acreditando na minha capacidade de administrar os meus dias, a minha profissão, a minha vida acadêmica, o meu coração (que tem me dado pouco trabalho, amém), os meus amigos (que estão me suportando)...
   Eu escolhi viver e aceitar a minhas escolhas, e acredito que todo mundo deveria aceitar também, desde que não escolha nenhuma babaquice retardatária que ameace a humanidade ou a paz dos outros (não apoio sociopatas, nem psicopatas e afins).


Imagem da internet.
Por: Bianca Reis, que tem dúvida mas sempre acaba escolhendo, que escolheu a palavra "desescolher" para representar todo um contexto sobre "voltar atrás"e que acha a palavra "escolha/escolher" estranha.

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Ao Norte!

    Algumas pessoas valorizam quando perdem. Tantas outras sabem do valor porém não se importam
com isso. Já outras conhecem bem o valor, mas ainda assim coloca seus amores a prova, arriscam e, geralmente, deixam escapar. Acho uma graça quem gosta de manter o que tem, quem alimenta o que sente, quem cuida, quem reconhece seus erros e melhor ainda a quem evita errar até porque errar é absolutamente normal quando não é por descuido ou falta de apreço.
    A luta para reconquistar é ainda melhor, digo isso porque vejo todos os dias nas ruas, nos diversos ônibus que costumo pegar, na minha timeline varias vezes ao dia, no meu caminho várias vezes durante os anos. A vontade de ter de volta, a sede de elogiar, de ser visto, de ter a atenção de quem se, supostamente, ama; de dizer o que deveria ter sido dito antes de perder e a consciência antes de perder (que surge da maneira mais repentina possível). Por que não sentir tudo isso antes de deixar ir? Tudo que se perdeu é difícil voltar, os rios correm para frente, em fluxo inconstante, nunca vi um rio fazer um caminho inverso os rios seguem e a lei deles é seguir em frente!
   - "Ao norte!", seu coração grita. E é ao norte que você deve ir. Valorizar certas coisas, as pessoas, os amores é olhar ao norte (e até além disso). Sabedoria é usar sua bússola e confiar em seu capitão.
Que possamos aprender a valorizar o que temos enquanto temos. Nossas vidas são águas que nem nós conhecemos, quem dirá você que ousa chegar e decide partir quando quer. Quem é você nas águas?! Que mal pilota um barco e desconhece os mares?! Sem saber das regras, querido capitão, retire-se do mar. Dê espaço a quem possa navegar ou se olhar nas águas, se enxergar ali, respirar fundo e conhecer o desconhecido.
   Que nós possamos compreender que cada um é rio/mar de si mesmo. E depois somos capitães. Nós somos o mistério e precisamos ser os curiosos, também. Seja misterioso, instigante, curioso e ousado. Valorize o que compõe pois perder o que lhe preenche é perder uma parte de si e perder qualquer pedaço é secar e morrer, padecer no que existiu é viver da lembrança da maré cheia e logo após chorar ao atracar no pier sem histórias, sem pontos, nem conto do mar que só segue ao norte.




P.S: Bianca é só o "mar", mas tem vontade de ser capitã um dia ;)

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Tudo novo (de novo)!

   Olá, como estamos em 2015?! Hein? Hein? Hein?  No meu caso... questionador.
   "Como eu vim parar aqui? O que eu fiz nos anos que se opuseram a esse? Eu permaneço sendo quem eu sou? Meus amigos são meus amigos? Eu segui os planos? Eu cumpri as metas? Eu enlouqueci?".  Essas, foram todas as perguntas que me fiz nesses primeiros dias de 2015. E pior do que essas perguntas, caríssimos leitores, foram as respostas que me dei...

    Eu tenho me questionados sobre os meus amigos... os antigos, os novos, os presentes e distantes. Tenho questionado o motivo deles se acolherem nos meus braços, na minha casa, nas minhas roupas, comerem da minha comida, usarem da minha imagem, da minha boa vontade, do que eu sou, das minhas escolhas e da minha ousadia.

    Eu não me lembro dos planos que fiz para o ano que passou mas, o ano passou e só me lembro de flashes das escolhas que fiz (muitas delas sem arrependimentos). Eu escolhi tanto e vivi muito, apenas não me lembro de tudo isso. É como se cada instante do ano que acabou tivesse apagado, sei o que fiz e sei porque fiz, porém, não me lembro como ou quando. Não senti os efeitos. O muro suspenso bloqueou tudo lá fora.

    As  batalhas foram travadas fora dos muros e aqui (do lado de dentro deles) não existe a história do que aconteceu.
P.S.: Também não me recordo das metas, só sei que elas existiram e algo me diz que algumas delas se cumpriram (mesmo sem saber quais foram).

    Eu enlouqueci.
    Dentro de 9 dias, eu enlouqueci.  Eu senti que está tudo fora dos planos, das metas, do começo.
    Eu não quero mais os holofotes, deixo isso para o ano que passou. Eu não preciso mais. EU NÃO PRECISO MAIS.
 
   O meu passado tem sido como caixas em um armário, só abro a porta para colocar mais caixas, se por ventura abrir algumas (especificas) é por saber que nada do que há dentro tenha de fato me pertencido. Abro todas as caixas, fora as que estão muito bem lacradas (não quero me dar o trabalho de por tanta fita adesiva novamente).
 
    Eu quero ser bem acolhida pelos meus amigos, ser convidada para almoçar (ainda que eu não aceite), ser convidada para entrar. Ser convidada para dormir depois de uma balada e não precisar voltar para casa sozinha (ainda que eu não aceite, quase nunca eu aceito), mas o covite deveria ser feito, pois é isso que eu faço, eu os convido, eu os aceito em minha casa, eu ofereço o meu melhor travesseiro (mas não a cama).
   
    Em 9 (nove) dias eu pude analisar o quanto tem sido pouco reciproco tenho doado demais e recebi tão pouco, não tem me parecido justo essas trocas. Analisei também o quanto preciso me afastar agora, das fotos, das luzes e das caixas de sons ou melhor eu preciso ocultar tudo isso. Já não importa mais se alguém poderá ver, se vai gostar ou não... isso não importa mais.

     Em 9 nove dias pude (re)descobrir o quanto a vida vale aqui dentro dos muros, o quanto o silêncio da batalha pode ser ensurdecedor ou esperançoso. Em 9 dias descobri que o meu coração tudo espera, a minha alma tudo cumpre e o meu espirito em tudo se fortalece.  






P.S.2: Aos meus amigos (que sabem que são meus amigos) não ousem se manifestar como se isso fosse direcionados a vocês. Obrigada, de nada!
P.S.3: Se existir um(a) louco(a) tão louco(a) quando eu me diga que consegue entender esse meu mar de alucinações. POR FAVOR, pronuncie-se.


Por: Bianca Reis, que está enlouquecendo aos poucos de tando pensar em recomeços!